terça-feira, 11 de agosto de 2026

 ALCATRA DE CARNE NO ALGUIDAR DE BARRO

Tipo de alguidar de barro utilizado para alcatra de carne

Medidas 30cm de diâmetro, 20 cm de diâmetro de fundo, 14 cm altura

              20 cm de diâmetro, 13 cm de diâmetro de fundo, 12 de altura



 

    

 

 

Alcatra de carne

Receita tia Senhoria

2 kg de carne da rabadilha (músculo)

1 kg de chambão com osso (buco)

1 cebola grane

1 cabeça de alho

Polpa de tomate

9 bagas de pimenta da Jamaica

1 folha de louro

2 colheres de manteiga

2 colheres de banha

Sal qb

Deita-se no fundo do alguidar de barro a cebola cortada as meias luas

O alho esmagado e a polpa de tomate

Em seguida a carne cortada em bocados e por cima da carne a pimenta da Jamaica

O louro, manteiga e a banha por cima da carne

Colocar o sal e vinho branco

2 partes de vinho para uma parte de água

Fica bom se levar bocadinho de bacon

Cobre-se com papel de alumínio

E vai para o forno, + ou – , 2 horas

Deve-se virar a carne a meio da cozedura e pode acrescentar-se sal e vinho a qualquer altura

 

Obs. A quem ponha um pouco de massa e de malagueta

Obs. No passado cobria-se com folhas de inhame ou couve

 

“Alcatra de carne, iguaria da Ilha Terceira, Região Autônoma dos Açores 

sábado, 4 de julho de 2026

 

COPINHOS DE CACHAÇA

louças de barro, olarias de São José-SC

copinhos do trago, aperitivo.






 


 

Modelados a mão, unidade por unidade, depois queimada (cozida, tipo biscoito), à 900ºC. em fornos de lenha, elétricos ou à gás.

Modelados artesanalmente por oleiros na Roda de Oleiro de tração pessoal, ou em Tornos elétricos.

 

IMPORTANTE:

 

Molhe-o com água limpa, umedeça-o e depois sirva a cachaça, ou seja, primeiramente o copinho bebe água e não cachaça.

Táz compreendendo mané......rsrsrsrs

O sabor é diferenciado, dizem os apreciadores do aperitivo.

 

 

Contos que conto

Quem conta um conto, aumenta um ponto  .  º

              -dito popular-                                         

Texto: Gilberto J. Machado

                   Historiador

 

 

 

Modelados a mão, unidade por unidade, depois queimada (cozida, tipo biscoito), à 900ºC. em fornos de lenha, elétricos ou à gás.

Modelados artesanalmente por oleiros na Roda de Oleiro de tração pessoal, ou em Tornos elétricos.

 

IMPORTANTE:

 

Molhe-o com água limpa, umedeça-o e depois sirva a cachaça, ou seja, primeiramente o copinho bebe água e não cachaça.

Táz compreendendo mané......rsrsrsrs

O sabor é diferenciado, dizem os apreciadores do aperitivo.

 

 

Contos que conto

Quem conta um conto, aumenta um ponto  .  º

              -dito popular-                                         

Texto: Gilberto J. Machado

                   Historiador

 

 

 

Modelados a mão, unidade por unidade, depois queimada (cozida, tipo biscoito), à 900ºC. em fornos de lenha, elétricos ou à gás.

Modelados artesanalmente por oleiros na Roda de Oleiro de tração pessoal, ou em Tornos elétricos.

 

IMPORTANTE:

 

Molhe-o com água limpa, umedeça-o e depois sirva a cachaça, ou seja, primeiramente o copinho bebe água e não cachaça.

Táz compreendendo mané......rsrsrsrs

O sabor é diferenciado, dizem os apreciadores do aperitivo.

 

 

Contos que conto

Quem conta um conto, aumenta um ponto  .  º

              -dito popular-                                         

Texto: Gilberto J. Machado

                   Historiador

 

 

sexta-feira, 26 de junho de 2026

 

ALAMBIQUE & CAPACETE

DESTILADOR

CAPACETE & ALAMBIQUE

louças de barro utilitária, olarias de São José-SC/BR


 

Mestre José Francelino de Souza, sua roda de oleiro e sua obra

 

·         Feito por oleiros nas olarias de São José-SC, o chamado capacete é um recipiente de barro, tipo um copo emborcado, braço em formato de cano alongado. Na verdade, um destilador, alambique.

·         Utilizado nos engenhos de cana-de-açúcar para lambicar a cachaça, destilada da fervura da garapa ou melado da própria cana.

·         A famosa água ardente, aguardente da cana-de- açúcar.

·          

·         Relatos históricos, apontam que a cana-de-açúcar, chega ao Brasil em 1532 na Expedição de Martin Afonso de Souza.

·         No mesmo ano, há relatos do surgimento do vinho de cana-de-açúcar na Capitania de São Vicente.

·         Por analogia, no alambique (destilador), capacete é a peça côncava, que encaixa no batoque (caldeira), onde se acumula o vapor.

·         Observado na posição inversa, o capacete de barro, produzidos pelos oleiros de São José-SC, assemelha-se ao formato de um cachimbo alongado.

·         O braço do capacete é complementado por encaixe de um cano de cobre ou alumínio, que forma a serpentina(condensador) sobre água fria corrente, tendo como resultado, o lambicador. A vedação dos encaixes sobre o batoque e o braço na serpentina, se dá, com pirão molinho da farinha de mandioca.

·         A apuração final é o líquido do líquido colocado na caldeira, sob nova fórmula. (cachaça)

·         Utiliza-se a garapa ou o melado da cana-de-açúcar no batoque aquecido pelo fogo de lenha. O controle do fogo, requer do CACHACEIRO, muita praticidade experimento para manter a temperatura ideal na obtenção de uma cachaça de boa qualidade.

·         Na linguagem dos CACHACEIROS, o processo de lambicagem é classificado pela cabeça, corpo e calda da cachaça, ou seja:  as primeiras lambicagens é a cabeça, contém impurezas, extremamente de sabor forte, não aconselhável ao consumo.

·         A seguir, vem a lambicagem do corpo, aguardente de boa qualidade e de sabor de consumo.

·         A calda é a lambicagem final, que contém muita água, água fraca, assim chamada, sem sabor para consumo.

·         O modelo de capacete exibido, trata-se da última relíquia dessa natureza, produzida artesanalmente em 2007 pelo saudoso oleiro José Francelino de Souza (Mestre Zéquinha), na roda de oleiro de tração pessoal.

·         Por se tratar de uma peça especial, precisão e de grande porte, poucos oleiros sabiam fazer, não aceitavam a encomenda.

·         O capacete em referência, foi feito para substituir um outro de barro, em uso há 76 anos, num alambique de Paulo Lopes, município da Região da Grande Florianópolis-SC.

·        Os muitos alambiques em uso e fabricados desde meados do século XX, são de cobre, produzidos de forma industrial.

 

GLOSSÁRIO

Batoque – nome que se dá a peça interna do gargalo de encaixe do destilador.

 

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Oleiro Gilberto João Machado

Cad. 3 – ASAJOL – Patrono: Dom Jaime de Barros Câmara

Academia São José de Letras

 

 

 

ARAME FARPADO

revolução federalista 1893/1894, Brasil século xix

 

A nomeação do Interventor Coronel Antônio Moreira Cesar para Desterro, trouxe também muito pânico em São José.

Moreira Cesar, apelidado de “corta cabeças”, ganhou fama por sua extrema violência na repressão da Revolução Federalista no sul do Brasil. Sua atuação era marcada por execuções sumárias de prisioneiros, muitas delas por degola.

“Contos que atravessam décadas de quem viveu a época, são contados em forma de risos e/ou piada dos muitos que fugiram para as matas.

Uma dessas figuras em fuga, entrou em desespero. Na correria para o mato, sua camisa prendeu-se numa cerca de arame farpado. Aos gritos e prantos, jurava inocência e suplicava por clemência.

De repente, olha para trás, percebe que ninguém o prendia.

Salvou-se do medo.

Aliviado e ressabiado, volta para casa”.

 

Contos que conto

Quem conta um conto, aumenta um ponto . º

-dito popular-

Texto: Gilberto J. Machado

Historiador

 

terça-feira, 23 de junho de 2026

 PENICO

louças de barro utilitária, olarias de São José-SC 

 

 

Pinico, assim também chamado popularmente, é umutilitário de barro produzido nas olarias de São José desde o século XVIII. Trata-se de um tipo de bacia ou vaso com alça, usado para coleta de urina e fezes de forma portátil. 

Nas olarias, brincáva-se com encomendas de modelos maiores, a fazer sob medida. rsrsrsrs

Para crianças, apelidado de troninho, transiçao para o vaso  sanitário.

Auxílio para idosos e acamados sem mobilidade. Na antiguidade era costume deixar embaixo da cama.

A partir da década dos anos 50, século XX, a inustrialização trouxe o penico de ferro esmaltado, plástico e por útimo de ferro inóx. Para uso hospitalar, criou o papagaio inóx, coleta de urina para homens e a comadre para mulheres.


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Oleiro: Gilberto J. Machado

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segunda-feira, 22 de junho de 2026

 

MACHUCA

louças de barro, olarias de são josé-SC

 


·     

 

O machuca é uma variedade menor do formato do alguidar, ou seja, tipo de bacia, utilizado para machucar, socar o feijão depois de cozido. Sugere-se que o nome machuca, tenha sido batizado por cozinheiras donas de casa, função de relevância, valorizada de época, lugar das olarias.




 

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Oleiro Gilberto J. Machado

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